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Entre a Medicina e o Direito

Jéssica de Oliveira e Silva fez matrícula em 2016 no Curso Medicina Integral, do Etapa. Estava determinada a fazer Medicina, e sabia que teria de estudar muito para passar. Moradora do ABC Paulista, acordava de segunda a sábado às 4h50 e pegava trem, metrô e ônibus para chegar um pouco antes do início da aula, às 7h10.

No meio do ano, ela “começou” a mudar de ideia em relação ao curso de graduação. “Em julho, estava passeando pelo Centro de São Paulo quando caí no Largo de São Francisco, onde fica a Faculdade de Direito da USP. Entrei para conhecer e adorei o lugar. Fiquei com aquilo na cabeça e passei a pesquisar tudo o que podia sobre Direito. Vendo a grade de disciplinas, me dei conta de que tinha muito a ver comigo”, diz.

Ainda hesitante quanto à carreira, Jéssica prestou vestibular para Medicina na Unifesp, Unesp e Enem, e passou nos três exames (pelo Enem, passou para a UFMG). Já na Fuvest (USP), fez opção por Direito e também passou. E, no final das contas, prevaleceu o encanto pela faculdade do Largo de São Francisco, onde já fez a matrícula.

“Foi um ano muito cansativo, em que tive de abdicar de um monte de coisas. Quantas vezes deixei de ir a uma festa, a um evento de alguém da minha família... Aos sábados, também tinha aula e simulado. Mas hoje estou aqui (no Festão dos Aprovados do Etapa) e vejo que valeu a pena”, diz.

Segundo Jéssica, para passar nos vestibulares, é muito importante que o aluno tenha o apoio da família e do curso (ou colégio) onde estuda. “Tenho falado para a minha irmã mais nova, que estuda em um colégio onde se utiliza o material do Etapa: leve os estudos a sério, porque é isso que nos leva a alcançar os nossos sonhos”.

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